Cidade do Rio de Janeiro. Final da década de 1960 e início dos anos 1970. Penha, bairro do subúrbio. História de família contada em versos pelo filho de um pastor politizado e de sua esposa, primeira-dama da igreja, que dependia dos préstimos da temida Maria Cabelo de Fogo para manter seus quatro meninos pequenos na linha.
Tempo de ditadura, de conquista da Lua, de popularização das calças jeans entre as mulheres, de crianças na rua jogando bola, andando de bicicleta e, principalmente, correndo atrás de pipas e balões.
Lembranças, sobretudo, das travessuras e dos muitos perigos da infância.
Sérgio Paulo Braga nasceu em Ipatinga (MG), em 1961. É formado em Comunicação Social pela PUC‑RJ. Trabalhou como editor de livros didáticos na Saraiva e no Grupo Santa Maria (SM). Atualmente presta serviços de edição como autônomo.
Quando sua família mudou‑se para o Rio de Janeiro (RJ), morou na Penha, onde passou grande parte de sua infância, e em Botafogo, na adolescência. Em outubro de 1990, decidiu trabalhar na cidade de São Paulo. Reside tambem em São Carlos (SP).
Autor dos e‑livros Silêncios de vidro (2025); Psi (2025); Aqua (2024); Entressafra de falas (2024); Ema, ema, ema, cada um com os seus poema (2023); A flor do corpo (2020); Poesias com pão, café e Filosofia (2020); Diálogos (2018) e Mosaicos (2018). Publicou os livros Plátanos, crônicas e poesias (2015); Aê! Uma história de primeiro amor (2014) e A dádiva da dúvida (2011).